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Ministra do Meio Ambiente quer estimular construções sustentáveis


A ministra Izabella Teixeira (foto), do Meio Ambiente, lançou um desafio aos empresários, durante o SBCS11 – 4º Simpósio Brasileiro de Construção Sustentável, que aconteceu no centro de convenções do Sheraton São Paulo WTC. “Coloquem na mesa um projeto de desenvolvimento de economia sustentável para a construção civil”, conclamou a ministra.

Para Izabella Teixeira, o meio ambiente deve fazer parte da solução. “Nesse processo de engajamento, o meio ambiente não deve ser uma restrição como foi no passado. A economia verde precisa levar em conta a erradicação da pobreza, os limites do planeta, o risco e a vulnerabilidade de um crescimento populacional que deve atingir 9 bilhões de habitantes até 2050.”

A ministra lembrou a importância da Rio 20 para o setor da construção. “A Rio 20 será uma conferência das Nações Unidas sobre o desenvolvimento sustentável, e não apenas sobre o meio ambiente. A economia verde será um dos temas, e o debate será conduzido num contexto que envolve não só o Ministério do Meio Ambiente, mas também outros, como o das Cidades, o setor produtivo e os consumidores, para enriquecer a discussão sobre a mudança dos atuais padrões de produção e consumo”, destacou a ministra. “Apesar de ser uma conferência de chefes de Estado, precisamos do engajamento político da sociedade e de vocês, empresários”, salientou Izabella Teixeira.

Inovação

Ao longo do evento vários painéis foram apresentados. No painel, mediado pelo professor de Materiais e Componentes de Construção Civil da Escola Politécnica, o simpósio lançou o tema da inovação no contexto da sustentabilidade. Sobre isso, o professor da Escola Politécnica da USP e coordenador do Comitê Técnico de Materiais do CBCS, Vanderley John, abordou novas aplicações de materiais existentes. Ele apresentou casos como o do concreto fotocatalítico, materiais com mudança de fase e fachadas com energia zero.

No mesmo painel, o pesquisador do Instituto de Pesquisas Tecnológicas Sergio Angulo discutiu as dificuldades das empresas e dos fabricantes de materiais para o atendimento à Política Nacional de Resíduos Sólidos. Angulo apontou alguns caminhos como a reciclagem de baixo custo no próprio canteiro e o uso de resíduos de construção e demolição em aplicações como pavimentação. Para o pesquisador, ainda existem alguns empecilhos que o debate e a regulamentação precisam encaminhar. Ele deu exemplos: madeira com biocida, gesso misturado com concreto e argamassa pigmentada. (Fonte: Jornal do Comércio – MG)

Assessoria do Sinduscon/MT
Telefone: 9245 1472

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