Um Programa do Instituto Roerich

Ecobairro

Minuto de Meditação

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On ou Off??

Não é de hoje que o mundo está mudando cada vez mais rápido.
Vivemos numa era onde o que é novo agora pode se tornar obsoleto amanhã.
Uma era onde as grandes transformações acontecem a mais de 100 mil kbits por segundo, mesmo quando estamos off.
As mudanças climáticas estão aumentando e prever o futuro é tão incerto quanto tentar adivinhá-lo.
O trânsito está caótico e chegar primeiro virou mais importanque que chegarmos juntos.
Não existe mais diálogo. Buzinar virou mais importante que falar.
Estamos compartilhando individualidade ao invés de solidariedade.
Vivemos uma era onde 24 horas é pouco para respondermos a todos os emails que recebemos.
Nossas redes sociais e nossos amigos agora são virtuais.
Antes vivíamos conectados à terra, ao mato, ao vento, à água ou simplesmente às coisas que nos fazem bem.
Agora, apenas estamos conectados à internet.
Será que é essa a evolução da humanidade? Aquilo que vai nos levar adiante?

On ou Off?

O que devemos ser? De que lado devemos estar?
Pedir licença, por favor, falar obrigado, você primeiro e desculpe é off.
Dizer olá ou às vezes não dizer nada é on.
Prazer em reunir amigos, juntar a turma e compartilhar experiências é off.
Enviar mensagens prontas e curtir fotos de desconhecidos é on.
Jogar bola, andar de skate, conhecer pessoas, se aventurar, é off.
Viver o tempo todo dentro do escritório e não sair do quarto….

On ou off?

De que lado você está?

Está é uma das poucas respostas que você não vai encontrar no Google.
É preciso parar pra pensar, afinal é muito difícil saber como vai ser o futuro quando você não tem a menor idéia do que está acontecendo no presente.
É hora de reiniciar o seu jeito de olhar o mundo.
Que o mundo pode ser igual, mas diferente.
Não adianta você querer a sustentabilidade sem ser sustentável.
De que lado você está?
O consumo inconsciente pode ser evitado. O que você tem demais muitos ainda nem conhecem.
O desperdício deve ser combatido.
O colapso econômico do planeta não se resolve com a elevação das suas compras.
Mas talvez com o retorno às suas origens humildes, sinceras, despretensiosas, colaborativas e autoprodutivas.

On ou Off?

De que lado você está?

Está passando a hora de se ligar.
Plante o bem para colher o bem.
Onde se planta tem vida. Temos que ficar com o planeta e respirar o mesmo ar.
Temos que deixar filhos melhores para que tenhamos netos melhores.
Sustentabilidade é isso: saber se desligar na hora certa e respeitar o meio-ambiente.
Viver em comunidade e para a comunidade.
As melhores idéias do mundo são as melhores idéias para o mundo.
Lembre-se: não existem flores sem sementes.
O mundo está ficando carente de gentileza.
A intolerância está gerando intolerância.
Somos capazes de reclamar uns dos outros
Mas não somos capazes de responder uma indelicadeza com um sorriso.
Se não mudarmos, o mundo não muda.
On ou off?
De que lado você está?
O mundo está mudando muito rápido.
Ou corremos agora ou iremos correr atrás.
Conecte-se ao novo futuro para o planeta.
Nunca deixe que ele desligue!


Homem!


Brechó Eco-Solidário 2012 começa dia 20, no Parque da Cidade.

Evento realizado desde 2006 busca sensibilizar o público sobre efeitos do consumo e suas consequências ao meio ambiente.

Grande mercado de trocas de bens usados, feira de economia solidária e uma série de atividades que se propõem a ser “práticas do futuro emergente”. Este é o conceito do Brechó Eco Solidário que acontece no final de semana (20 e 21 de outubro), das 9h às 17h, no Parque da Cidade, em Salvador.

Realizado anualmente desde 2006, o Brechó desempenha papel importante de sensibilização sobre os efeitos do consumo para as mudanças climáticas atuais. A participação no Brechó estimula as pessoas a pensarem em outras formas de consumo mais saudáveis, com menos desperdício, priorizando produtos das cooperativas de economia solidária.

Durante dois dias, o público poderá trocar seus bens usados por “grãos” nos postos que funcionarão no local. No espaço, além do mercado de trocas e da feira de produtos de cooperativas baianas, haverá aulas de ioga, de biodança, de qi qong, de massagens, de reiki, apresentações de música e dança além de atividades de educação ambiental.

Universidades baianas são pioneiras na realização do Brechó em Salvador (UFBA, Unifacs, Universo, UNEB, UFRB, Fama, entre outras). Mas a cada ano novas parcerias são formadas com instituições do setor público (SETRE, Instituto Mauá etc.), ONGs (Ecobairro, Terramirim, Integro, entre outras) e setor privado . O evento é coordenado pela Associação Rede de Profissionais Solidários pela Cidadania com o trabalho voluntário de cerca de 350 pessoas de várias instituições – professores e estudantes das universidades parceiras, empreendedores da Economia Solidária, artistas e terapeutas holísticos.

Intercâmbio internacional

O Brechó Eco Solidário é a expressão brasileira da rede Dialogues en humanité, que teve origem em 2002 em Lyon, na França, e vem se descentralizando. Hoje está presente em países tão diferentes quanto Índia, Marrocos, Alemanha e Etiópia, dentre outros. A rede baseia-se no diálogo público sobre os desafios econômicos, sociais, ambientais e espirituais da humanidade e propicia a experimentação de soluções inovadoras da própria sociedade para fazer face a esses desafios.

Programação

No Brechó 2012, discussões públicas nas chamadas “Ágoras” vão tratar sobre: “Transição para o pós capitalismo: Novas formas de produção e consumo sustentáveis”, “Governança Cívica Mundial: proposta para superar a crise”, “Indivíduo, família e comunidade: construindo o novo viver” e “Cidades sustentáveis: vida simples e solidária para o bem viver de todos”.

Vários participantes estarão em Salvador ampliando as discussões e o diálogo com o público, dentre eles Marcos Arruda (um dos fundadores do movimento da Economia Solidária no Brasil), Nelton Friedrich (diretor de Coordenação e Meio Ambiente da Itaipu), Antanas Mokus (ex-prefeito de Bogotá) e Ryadh Sallem (organizador dos Diálogos em Humanidade de Paris e campeão da Europa de handebol de cadeira de rodas).

Referências:

http://www.brecho-ecosolidario.blogspot.com.br/

http://dialoguesenhumanite.free.fr/


Ecobairro lança curso de Design em Sustentabilidade


Energia solar já é econômica para 15% dos lares brasileiros


Um estudo divulgado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), do Ministério de Minas e Energia, mostra que a produção residencial de energia solar já é economicamente viável para 15% dos domicílios brasileiros. A produção de energia solar em grande escala, no entanto, ainda é inviável, mesmo com incentivos governamentais. De acordo com a pesquisa da EPE, o custo da geração nas residências brasileiras, a partir de um equipamento de pequena potência, é R$ 602 por megawatt-hora (MWh), mais barato do que a energia vendida por dez das mais de 60 distribuidoras de energia. O cálculo é feito com base no custo médio de instalação de um painel com a menor potência, R$ 38 mil. Graças a novas resoluções da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) publicadas neste ano, os consumidores que instalem painéis solares em suas casas ou condomínios podem não apenas reduzir a quantidade de energia comprada das distribuidoras, como também vender o excedente da energia produzida para essas empresas. Segundo o presidente da EPE, Maurício Tolmasquim, esse mercado potencial pode crescer bastante se forem concedidos incentivos como: financiamento à compra dos painéis e conversores que transformam a luz do sol em energia elétrica; isenção fiscal para a produção desses equipamentos no país; e redução do Imposto de Renda para os consumidores. Caso o governo esteja disposto a criar os três tipos de incentivo ao mesmo tempo, a energia solar pode se tornar competitiva para 98% dos consumidores residenciais brasileiros. “Hoje, a geração distribuída [produção residencial de energia solar] já é mais ou menos interessante em alguns lugares. Agora, para ampliar, seria necessário ter incentivos ou esperar o preço [do equipamento] cair”, disse Tolmasquim. A expectativa da Agência Internacional de Energia é que a solar esteja competitiva com outras fontes no mundo a partir de 2020. Tolmasquim disse, no entanto, que não é possível saber quando a energia solar será competitiva para produção em larga escala no Brasil. Há hoje no país apenas oito empreendimentos, que produzem apenas 1,5 megawatt (MW) de um total de 118 mil MW do Brasil. As informações são da Agência Brasil.


Fernando de Noronha pretende utilizar somente energia renovável ainda este ano

A empresa Itaipu Binacional vem desenvolvendo um projeto para que a energia fornecida à Ilha de Fernando de Noronha, em Pernambuco, seja substituída por energias solar e eólica ainda este ano. O presidente da Itaipu, Jorge Samek, informou que técnicos da empresa vêm trabalhando há vários anos, em parceria com diversas empresas europeias, para desenvolver um sistema de baterias “altamente eficiente” a partir do cloreto de sódio, que não causa danos ao meio ambiente. Essas baterias armazenarão energia solar e eólica ao longo do dia para prover a ilha, com seus cerca de 3,5 mil habitantes, de uma energia mais pura e renovável, que substituirá os atuais geradores da usina que fornece energia para Fernando de Noronha a partir do óleo diesel. “É um sistema que vem sendo utilizado cada vez mais e traz mais autonomia aos carros elétricos. O processo consiste em armazenar, durante o dia, a energia solar e também a proveniente dos ventos – abundantes na região – em baterias que acumularão o necessário para suprir as necessidades da ilha também durante a noite”. O projeto custará cerca de R$ 17 milhões e está sendo desenvolvido a pedido da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), órgão do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação. Segundo o engenheiro Celso Novaes, responsável pelo projeto, o sistema é baseado em nova tecnologia, testada em conjunto por empresas brasileiras e europeias. “É um estudo, uma inovação, que já está sendo discutida em fóruns por todo o mundo, inclusive em Roma e nos Estados Unidos, onde também são desenvolvidos projetos pilotos”, explicou Novaes. As informações são da Agência Brasil.


A Herança Universal – Mathias di Stefano